{"id":393,"date":"2022-03-03T16:14:41","date_gmt":"2022-03-03T19:14:41","guid":{"rendered":"https:\/\/kaptha.com.br\/en\/?p=393"},"modified":"2022-03-03T16:14:41","modified_gmt":"2022-03-03T19:14:41","slug":"perguntas-rumo-a-uma-filantropia-regenerativa","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/kaptha.com.br\/en\/2022\/03\/03\/perguntas-rumo-a-uma-filantropia-regenerativa\/","title":{"rendered":"Perguntas rumo \u00e0 uma filantropia regenerativa"},"content":{"rendered":"<p>O termo filantropia regenerativa \u00e9 relativamente novo. Ele vem ganhando corpo no cen\u00e1rio internacional e come\u00e7a a aparecer no contexto brasileiro. Ainda que como conceito haja essa novidade,\u00a0<b>n\u00e3o seria a regenera\u00e7\u00e3o um princ\u00edpio primordial da\u00a0<a href=\"https:\/\/gife.org.br\/livro-reune-experiencias-da-filantropia-e-do-investimento-social-durante-a-pandemia\/\">filantropia<\/a>, que se prop\u00f5e a cuidar de \u2013 a curar \u2013 quest\u00f5es socioambientais que uma sociedade carrega de seu passado?\u00a0<\/b><\/p>\n<p>Ainda assim, o termo ganha relev\u00e2ncia ao percebermos que muitos de nossos esfor\u00e7os filantr\u00f3picos acabam por manter (e n\u00e3o transformar ou regenerar) os paradigmas que geram os desafios com os quais estamos lidando. Ou ainda ao percebermos que a maneira como as estrat\u00e9gias de doa\u00e7\u00e3o s\u00e3o constru\u00eddas s\u00e3o muitas vezes distantes de seus benefici\u00e1rios e acabam por sustentar a vis\u00e3o de mundo de quem det\u00e9m os recursos. H\u00e1bitos filantr\u00f3picos inconscientes s\u00e3o o ch\u00e3o que costumamos pisar e podem exacerbar as pr\u00f3prias condi\u00e7\u00f5es sociais que nossas pr\u00e1ticas desejam, a\u00a0<em>priori<\/em>, transformar.<\/p>\n<p>As pr\u00e1ticas regenerativas, no entanto, s\u00e3o \u201cbaseadas em relacionamentos reflexivos, responsivos e rec\u00edprocos de interdepend\u00eancia\u201d. Nesse sentido, o convite da filantropia regenerativa \u00e9 nos acordar para a busca de uma maior coer\u00eancia com as inten\u00e7\u00f5es mais profundas da t\u00e3o desejada transforma\u00e7\u00e3o. A forma que nos relacionamos, que fazemos filantropia n\u00e3o \u00e9 secund\u00e1ria, mas central. A filantropia n\u00e3o conseguir\u00e1 alcan\u00e7ar a desejada transforma\u00e7\u00e3o sem desenvolver pr\u00e1ticas intencionais que reflitam os valores que tenta defender.<\/p>\n<p>Algumas perguntas podem nos ajudar a refletir criticamente sobre nossas a\u00e7\u00f5es filantr\u00f3picas e convid\u00e1-las a uma postura mais regenerativa:<\/p>\n<p><strong>DIN\u00c2MICAS DE PODER |<\/strong>\u00a0Como a voz daqueles que s\u00e3o os benefici\u00e1rios das a\u00e7\u00f5es e doa\u00e7\u00f5es tem sido escutada? Qual sua real participa\u00e7\u00e3o e influ\u00eancia sobre como vem acontecendo as pr\u00e1ticas filantr\u00f3picas da sua iniciativa? Onde mora o poder (de decis\u00e3o) no processo de doa\u00e7\u00e3o e, tamb\u00e9m, dentro da organiza\u00e7\u00e3o doadora? Quem decide pelo qu\u00ea e o que isso significa, ou seja, o que se transforma ou se mant\u00e9m das din\u00e2micas atuais de poder?<\/p>\n<p><strong>QUALIDADE DAS RELA\u00c7\u00d5ES |<\/strong>\u00a0Como \u00e9 a sua rela\u00e7\u00e3o com a organiza\u00e7\u00e3o beneficiada ou com os benefici\u00e1rios da sua doa\u00e7\u00e3o? Todos os envolvidos est\u00e3o \u201c\u00e0 vontade\u201d nesta rela\u00e7\u00e3o? Olhando para as din\u00e2micas desta rela\u00e7\u00e3o, quando voc\u00ea identifica controle? E quando identifica\u00a0 confian\u00e7a? Como essa din\u00e2mica de controle e\/ou confian\u00e7a se expressa no seu processo de financiamento, presta\u00e7\u00e3o de contas, gest\u00e3o? O que tem sido feito para manter ou mudar essas din\u00e2micas e cuidar das rela\u00e7\u00f5es?<\/p>\n<p><strong>OPERACIONALIDADE |<\/strong>\u00a0Como est\u00e3o estruturados os processos operacionais e de gest\u00e3o da filantropia? Est\u00e3o orientados em torno de como melhor apoiar benefici\u00e1rios e comunidades para alcan\u00e7ar sua vis\u00e3o de mudan\u00e7a social e\/ou para gerir e trazer respostas \u2013 e servir \u2013 ao doador e \u00e0 sua vis\u00e3o? Como as decis\u00f5es operacionais t\u00eam impactado a transforma\u00e7\u00e3o desejada e o qu\u00e3o abertas est\u00e3o para mudar?<\/p>\n<p><strong>INTENCIONALIDADE |<\/strong>\u00a0Ao considerar sua filantropia atual, que inten\u00e7\u00f5es est\u00e3o presentes \u2013 para al\u00e9m de \u201cajudar\u201d \u2013 e como voc\u00ea acompanha na pr\u00e1tica qual finalidade elas t\u00eam realmente servido? Quais s\u00e3o os espa\u00e7os de questionamento cr\u00edtico, escuta e reflex\u00e3o coletivos que t\u00eam sido criados para explorar com mais profundidade a servi\u00e7o de quem \u2013 e de que \u2013 realmente est\u00e3o suas a\u00e7\u00f5es e pr\u00e1ticas filantr\u00f3picas?<\/p>\n<p><strong>PARADIGMAS SUBJACENTES |<\/strong>\u00a0Quais princ\u00edpios e cren\u00e7as est\u00e3o presentes e d\u00e3o contorno \u00e0s suas pr\u00e1ticas filantr\u00f3picas? Identificados os princ\u00edpios, est\u00e3o eles mais pr\u00f3ximos \u00e0s ideias de separa\u00e7\u00e3o\/controle ou de conex\u00e3o\/rela\u00e7\u00e3o? Nas pr\u00e1ticas de doa\u00e7\u00e3o e de gest\u00e3o interna da sua organiza\u00e7\u00e3o: o que tem sido potencialmente mantido\/sustentado? O que tem sido potencialmente transformado\/inovado?<\/p>\n<p>Uma \u00faltima reflex\u00e3o: se ao responder, as respostas nos parecerem \u00f3bvias, talvez seja preciso uma segunda rodada, acessando uma camada mais profunda, respondendo com mais detalhes, aten\u00e7\u00e3o a casos pr\u00e1ticos, observa\u00e7\u00e3o da pr\u00f3pria pr\u00e1tica, nos provocando a perceber aspectos que nem sempre s\u00e3o facilmente vistos ou gostamos de reconhecer.\u00a0 \u201cEm \u00faltima an\u00e1lise, o trabalho voltado para si mesmo \u00e9 uma coisa que n\u00e3o se dissocia do trabalho voltado para o mundo. Um reflete o outro; um \u00e9 ve\u00edculo do outro. Quando mudamos, nossos valores e a\u00e7\u00f5es tamb\u00e9m mudam\u201d, afirma Charles Eisenstein. Ao liderar esfor\u00e7os filantr\u00f3picos essa coragem de refletirmos para dentro, sobre a nossa pr\u00e1tica filantr\u00f3pica, n\u00e3o apenas desejada, mas devida.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>FONTE: GIFE [texto: <em>Artigo por Ana Biglione e Joana Mortari <\/em>| foto: <em>Bruno Andreoni<\/em>]<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O termo filantropia regenerativa \u00e9 relativamente novo. Ele vem ganhando corpo no cen\u00e1rio internacional e come\u00e7a a aparecer no contexto brasileiro. 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